bios

Soraia Arnoni _ IMDB _ direção, co-roteiro, atuação e pesquisa
Atriz formada pela Escola de Teatro Martins Penna e licenciada em teatro pela UNIRIO, diretora teatral e roteirista. Em 2019, dirigiu e atuou no espetáculo lírico “Guerreiras” e atuou no “Duo Convida: Ouviram do Ipiranga”, ambos do Duo Pretas. Desde 2016, está em cartaz com o espetáculo “Luiz Gama, uma voz pela liberdade”. Anteriormente, participou de “Casa de Cômodos” (2014), “A Alma Encantadora das Casas” (2013), “Cor do Brasil” (2010 a 2013), entre outros. Participou também de diversos festivais de teatro, como o FITUM (em Monastir, na Tunísia) com o trabalho “Teatro sem Arquitetura, Dramaturgia sem Literatura, Ator sem Papel” (2009). Em cinema, integrou o elenco de “Os Olhos de Cecília” (2015) que, entre outros festivais, esteve na Short Film Corner de Cannes e ganhou melhor filme na mostra Cinema da Gema do 10º Festival Visões Periféricas (2016). Também atuou e compôs a equipe de roteiro de “Uma História das Cores” (2018), eleito melhor filme da mostra Cinema da Gema do 12º Festival Visões Periféricas (2018) e do 12º Festival do Cinema Brasileiro, Circuito Penedo (2019); ambos os filmes sob a direção de Victor Hugo Fiuza.

Suelen Menezes _ IMDB _ direção de fotografia
Graduada em Cinema e audiovisual pela Universidade Federal Fluminense, atua como assistente de câmera no cinema brasileiro entre longas e séries brasileiras desde 2011. Na função de direção de fotografia, tem três curtas em seu currículo “Ensaio sobre minha mãe”, direção de Jocimar Dias Jr., “No dia em que lembrei da viagem a Bicuda”, direção Vitor Medeiros (ambos filmes são de 2015 realizados como parte de conclusão do curso de cinema da UFF e percorreram alguns Festivais de destaque como Tiradentes e Festival Internacional de curtas de São Paulo). “Perpértuo”, de 2018, direção de Lorran Dias, selecionado para 48º Festival de Roterdã, no panorama que homenageia o cinema negro latino-americano e o cineasta Zózimo Bulbul. 

Cláudia Alves _ IMDB _ direção de produção
É jornalista e documentarista. Há cinco anos atua no mercado de audiovisual com projetos que tenham propósito. Em 2015, ela idealizou, produziu e dirigiu uma websérie para ONG Instituto Ver & Viver em parceira com a Nissan, na qual contava as histórias de jovens atletas – periféricos- que melhoram seu desempenho escolar quando fizeram uso de óculos de grau. Em 2016, morou no Quênia, estudou gestão em Inovação Social com foco em storytelling e foi responsável pelo storyboard e direção de pílulas para redes sociais do projeto eLimu em Nairobi. Em 2017, fez parte do filme colaborativo com a temática do Dia da Mulher Negra Latino Caribenha da ONG Atados – Feminicidade, na qual atuou como uma das diretoras e produtoras do projeto, onde teve a oportunidade de entrevistar a então vereadora Marielle Franco, a transformadora Sil Bahia e a arquiteta Tainá de Paula. No mesmo ano, foi convidada para o TEDx Rio de Janeiro e falou sobre o fracasso como ferramenta de propósito. Em agosto do mesmo ano, recebeu o Prêmio Especial do Júri no Festival de Gramado 2017 pelo curta documental e Cabelo Bom, o qual foi realizadora, produtora e fez a pesquisa. Além de outros projeto com temáticas que geram discussões. No final de 2017, assumiu a coordenação de conteúdo da ong PROA na qual faz a curadoria dos projetos de audiovisual com parceiros como a Bossa Nova Films e também dirigiu os teaser exibidos nas salas CINEMARK com a produtora. No início de 2018, atuou como diretora de produção do curta NEGRUM3 que trabalha a estética do negro como ferramenta política e vem participando dos principais Festivais de cinema do universo Queer. Foi também produtora do curta ficcional Menino Pássaro que já participou de festivais como de Brasília e Belo Horizonte. Ainda neste ano, trabalhou como assistente de direção de alguns comerciais da Copa do Mundo para a Globo e foi convidada pela ESPM SUL para falar sobre o Fracasso como Processo criativo. Em outubro de 2018, junto com suas sócias Bárbara Barcia e Fernanda Prestes, dirigiu, produziu e o roteirizou a websérie “Mulheres & Politica”. Em março de 2019 lançou a série documental “#OFuturoÉFeminino” que viajou pela Islândia, Paquistão e Brasil para traçar um paralelo a respeito de igualdade de gênero nos países. Junto com suas sócias está desenvolvendo um podcast com narrativa feminina sobre atualidades e vai dirigir a segunda temporada do programa #OFuturoÉFeminino no GNT. Seu último trabalho foi como corroteirista da segunda temporada da série IRMANDADE, original Netflix .

Mariana Graciotti _ IMDB _ som direto
Graduada em Ciências Sociais pela UFRJ e mestra pelo Programa de Pós Graduação em Antropologia da UFF com a dissertação “Transformações no extracampo do audiovisual brasileiro: a estética-política do cinema negro feminino”. Se dedica aos estudos interseccionais pensando o cinema negro e periférico com recorte de gênero e desde de 2014 combina esse interesse à prática do audiovisual nas áreas de pesquisa e som direto. Como técnica e assistente de som trabalhou em projetos de curta e longa-metragem, como “Chico”, “Eu, minha mãe e Wallace”, “Prefiro não ser identificada”, “Mc Jess”, “Cadelas”, “Marília”, “Depois do dia 23”, “Os suburbanos” dentre outros filmes.

Victor Nalin _ IMDB _ voz-off
Ator formado pela Casa das Artes de Laranjeiras/CAL e bacharel em História pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro/Unirio. Suas experiências profissionais incluem diretores como Moacir Chaves, José Celso Martinez Correa e Ana Kfouri. Foi um dos fundadores do Tropel, que realizou a primeira montagem profissional em 30 anos de O Rei da Vela de Oswald de Andrade (1997), no Teatro João Caetano, e que trouxe pela primeira vez para a América Latina textos de Sarah Kane – Purificado (Espaço Sérgio Porto, Rio de Janeiro, 2001, e TBC, São Paulo, 2002) – e Anthony Nielsen – O Mundo Maravilhoso de Dissocia (Espaço SESC-Copacabana, 2007, e Teatro Miguel Falabella, 2008) – ícones da dramaturgia britânica contemporânea. Outros espetáculos teatrais em que atuou são fedra@hipolito, Quanto Vale o Show, Um Corte, fedra.zip, Bibliotecas do Mundo, Lendas das Águas, Boi, Casa à Venda, A História do Peixe Grande etc. Atuou também nos curtas-metragens: O Assédio, Beber Para Esquecer, Entre Paredes Abertas, Luz da Meia Noite, Noir, Tudo que Aprendi sobre Pornografia, Ah, Se Minha Dora Falasse, Entretempos e Corpo, Alma e Coração. Desde 2006, é cantor da banda de rock/pop Doctor Robert.

Thaís Inácio _ IMDB _ co-roteiro e montagem
Codirigiu e montou os longas Todo mapa tem um discurso (2014), Não sei qual cidade se passa aos olhos dele (2019) e é coautora da peça teatral Essa chuva que não passa (2019), lançada pela Multifoco e indicada ao Prêmio Sinparc como Melhor Texto Original (2010). Monta e dirige atualmente o longa Do observatório me viram (2020), filmado na cidade de Passa Tempo/MG. Formou-se no mestrado na UFRJ com uma dissertação (2017) em torno do trabalho de Harun Farocki. Teve uma trajetória como atriz e agora dedica-se à direção e montagem em cinema. Integra a diretoria da EDT/RJ, Associação de Editores do Rio de Janeiro, por um pensamento e ações coletivas no audiovisual brasileiro. Trabalha na 01010101, produtora mineira dedicada à relação tecnologia e feminismos.

Andrea Ramires _ IMDB _ Assessora de Comunicação
Andrea Ramires se formou em Comunicação Social com ênfase em audiovisual. Trabalha com produção de moda e de casting, além de ser Videomaker. Estudou cinematográfica e roteiro na LA-Films em São Paulo, direção de arte na Academia Internacional de Cinema e direção de atores na Bucareste, tudo em São Paulo. Fez estágio em assistência de produção na RTI-Ireland durante um intercâmbio, é atriz, sendo formada pelo “Teatro-escola Macunaíma”. Em 2018 fez os espetáculos “Afroditix” e “Sensus”, em 2020 está na produção de “Última Estrofe” de Rodrigo Ferraz.